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Política de Segurança
Esboço de uma Política de Segurança da Informação
A Segurança da Informação divide-se basicamente em duas partes:
1 - Física - acesso ao prédio e aos computadores 1.1 - Acesso pela portaria 1.1.1 - Estranhos somente com identificação 1.1.2 - Todo computador que entrar ou sair deve ser cadastrado no sistema da portaria 1.1.3 - Identificar entrada de notebooks com estranhos 2 - Lógica - acesso ao software dos computadores 1 - Estações 1.1 - Senhas dos Usuários comuns 1.2 - Senhas dos Administradores 1.3 - Privilégios dos usuários 1.4 - Backup dos e-mails, arquivos, etc 1.5 - Manter página com dicas de segurança no site, assim como periódicos treinamentos e cursos para usuários e técnicos
2 - Servidores da Rede 2.1 - Acesso à sala 2.2 - Senhas dos usuários 2.3 - Senhas de root 2.4 - Segurança dos servidores 2.5 - Backup dos servidores 2.6 - Bom esquema de atualizações 2.7 - Manter somente aplicativos que estão em uso 2.8 - Cuidadosa atenção ao sistema de permissões dos arquivos e diretórios 2.9 - A instalação de cada servidor deve ser precedida de um projeto, mesmo que seja simples 2.10 - Manter boas ferramentas de monitoração e auditoria dos servidores
3 - Código em PHP 3.1 - Segurança no php.ini 3.2 - Segurança no Apache 3.3 - Scripts com senha fora do Apache 3.4 - Validações em JavaScript e também em PHP 3.5 - Tratamento de erros 3.6 - Evitar uso do método GET e do atributo HIDDEN com dados sigilosos 3.7 - Backup dos scripts 3.8 - Usar captchas em forms de login 3.9 - Usar require ao invés de include 3.10 - Usar session para bloquear entrada direta nas páginas 3.11- Manter somente bancos em uso 3.12 - Todo aplicativo deve ser precedido de um projeto, mesmo que simples 3.13 - Padronizar nomes de constantes, variáveis, funções, classes, arquivos e diiretórios 3.14 - Evitar uso de funções em depreciação 3.15 - Usar boas ferramentas de monitoração de segurança como o phpSecInfo e o securityScanner 3.16 - Sempre filtrar dados dos usuários antes de adicionar ao banco 3.17 - Somente um desenvolvedor deve ter acesso a alguns scripts como o funcoes.inc.ph6p 3.18 - Devemos criar um manual de procedimentos que oriente o programmador a criar aplicativos
4 - Bancos de dados 4.1 - Um usuários por aplicativo 4.2 - Usuários com Privilégios rstritos 4.3 - Senhas dos usuários 4.4 - Senhas dos super usuários 4.5 - Integridade das informações 4.6 - Backup dos bancos 4.7 - Todo banco deve ser precedido de um projeto, mesmo que seja simples 4.8 - Padronizar os nomes de bancos, tabelas, campos, etc 4.9 - Os SGBDs devem ficar sob a responsabilidade de um DBA 4.10 - Devemos criar um manual de procedimentos que oriente o programmador a criar bancos de dados, sob a orientação do DBA
5 - Servidor de Teste 5.1 - Manter no servidor de teste uma cópia atualizada de todos os aplicativos do servidor de produção 5.2 - Manter no servidor de testes uma cópia de todos os bancos do servidor de produção 5.3 - Todos os desenvolvedores devem trabalhar diretamente com o servidor de teste e somente após bons testes o aplicativo juntamente com o banco devem ser copiados para o servidor de produção 5.4 - Deve ser escolhido um desenvolvedor para que efetue a homologação nos aplicativos
6 - Computadotes particulares 5.1 - Não adicionar em nossa rede
7 - Sobre a divulgação deste documento
Política de Backup
- O que guardar? scripts de configuração (etc), alguns logs, /home, /var/spool/mail, bancos de dados, scripts em PHP e outros - Periodicidade: diária, semanal, mensal e anual - Quando apagar fita? Após um ano? - Tipo de backup: diferencial - Onde armazenar
Padronizações para agilizar trabalho
- Nomes dos servidores deve ser coerente, relacionados a sua função - Criar grupos de usuários: desennvolvedores, coordenadores, etc. e definir restrições e privilégios adequadamente. - Definir política de cotas: e-mails, espaço em disco (homes dos usuários no servidor, NIS e Samba), banda, etc. - Manter um diagrama dos servidores, com informações detalhadas para melhor administrar: servidores, storages, robô, switchs, roteadores, no-breaks, disjuntores, IPs, MACs, consumo de potência dos servidores, etc - Realizar uma verificação geral da rede: servidores, switchs, cabos, etc e fazer isso periodicamente como manutenção preventiva - Planejar procedimentos de pré-instalação, instalação e pós-instalação
- As informações existentes sobre os servidores (IPs, serviços, usuários, etc) devem ficar em sigilo - Mudar as portas default de todos os serviços para portas altas, acima de 5000 ou de 60000. - Instalar bons softwares de monitoramente e auditoria e realizar um monitoramente geral de vez em quando ou periodicamente. - Palestras e treinamentos para os usuários, no sentido de torná-los mais aptos para suas funções, atentos para segurança, etc. Também criar site com dias e orientações em geral, como também usar o e-mail para envio de mensagens mais urgentes. Promover reciclagens internas entre colegas (suporte, desenvolvedores, rede, etc), assim como bons treinameentos externos. - Acesso SSH permitido apenas internamente na rede, com exceção de uma máquina externa e também para as iDRAC.s - Incidentes de segurança no Brasil devem ser comunicados para: http://www.cert.br - Instalar e manter atualizado antivirus num servidor Linux para varrer máquinas windows e também da rede - Integrar antivirus com Squid, Postfix e instalar também antispam
Política de Senhas
Toda senha devem ser memorizada apenas e nunca anotada Evitar ao máximo pronunciar senhas próximo de pessoas não autorizadas Senhas fortes nos servidores para o root e que os sysadim evitem seu uso, preferindo usar um usuário com menor privilégio e só assumir como root se necessário.
Segurança das Estações de Trabalho
Nos micros das estações de trabalho (micros dos usuários) existem informaçõess importantes para o usuário e também para a instituição, números de documentos, de cartão de crédito, planilhas, documentos texto, etc. Esses micros podem ser manipulados sem o conhecimento do usuário por cracrers para comandarem um ataque aos servidores (como slavers). É importante conhecer as vulnerabilidades das estações para evitar formatações e reinstalações do sistema operacional.
Para agilizar as instalações e reinstalações manter uma imagem dos micros com Windows e um CD remasterizado para os micros com Linux (remastersys é uma boa alternativa). Para criar uma imagem personalizada dos micros com Windows o “partimage” é uma ótima alternativa.
Elaborar uma cartilha simples e clara, com procedimentos básicos de segurança, como criação de senhas fortes, recomendações sobre a abertura de e-mails com anexos e que incitam usuários a instalar softwares eoutras armadilhas.
Essa cartilha deve ser distribuída no formato impresso e deve existir no formato digital na Intranet.
Fonte: http://servidores.ribafs.org/seguranca/44-seguranca-em-redes/17-politica-de-seguranca
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