| Protegendo o Desktop do Linux |
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| Escrito por Jeffrey Orloff | |
| Dom, 06 de Março de 2011 00:48 | |
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Resumo: Embora o GNU/Linux® tenha a reputação de ser um sistema operacional muito mais seguro do que o Microsoft ® Windows®, você ainda precisa proteger o desktop Linux. Este tutorial o conduz pelas etapas de instalação de software antivírus, criando um plano de backup-restauração e fazendo um uso prático de um firewall. Quando terminar, você terá o conhecimento e as ferramentas necessárias para proteger seu Desktop do Linux contra a maioria dos ataques e evitar o acesso ilegítimo ao seu computador. Antes de Iniciar Para obter o máximo deste tutorial, siga as etapas fornecidas para cada tarefa com um computador executando GNU/Linux ou uma máquina virtual com GNU/Linux como o sistema operacional.
Este tutorial apresenta a você os conceitos básicos de segurança do GNU/Linux e mostra como proteger ou fortalecer seu desktop contra ataques. Ele fornece exemplos passo a passo de como:
Estes mesmos conceitos fundamentais de segurança para tornar seu desktop seguro também servem como uma base para fortalecer seus servidores Linux.
Após concluir este tutorial, você estará apto a proteger seu desktop do GNU/Linux e evitar ataques conta seu computador e seus dados. Você estará apto a instalar e configurar software para ajudar a proteger seu desktop contra malware que pode possibilitar a um hacker acesso ao seu computador. Também estará apto a utilizar um firewall para proteção contra tráfego de entrada e saída, fazer backup e restaurar seus dados e aplicar outros truques que fortalecem ainda mais o seu sistema.
Este tutorial é escrito para usuários do GNU/Linux iniciantes. Ele assume que você tem um entendimento básico do sistema operacional GNU/Linux e tem experiência em download e instalação de software.
Para utilizar os exemplos neste tutorial, você precisa do sistema operacional GNU/Linux instalado em um computador ou como um ambiente virtual com acesso do root. Também é necessária uma conexão ativa com a Internet com a capacidade de fazer download de software. Os exemplos utilizam o Ubuntu, portanto, é recomendável utilizar uma derivação do Debian do GNU/Linux. Embora os exemplos funcionem em uma máquina virtual executando o GNU/Linux, você não deve utilizar um Live CD.
Mitos sobre a Segurança do GNU/Linux Por anos, os usuários do GNU/Linux tiveram a noção de que seu sistema operacional era superior ao Microsoft Windows em termos de segurança. Infelizmente, o que os hackers ganham em comprometer um computador ou rede também mudou ao longo do tempo. Originalmente, a maioria dos ataques contra computadores era proveniente de hackers procurando por notoriedade em suas comunidades. Havia casos de hackers mal-intencionados procurando obter informações sensíveis por motivos financeiros. Mas o conceito de roubo de informações financeiras ou confidenciais para obter lucro não era o objetivo principal dos hackers—até recentemente. Atualmente, organizações criminosas bem organizadas se utilizam de hackers mal-intencionados com o propósito exclusivo de violar sistema de segurança de computadores para vantagem financeira. Ao longo dos anos, as perdas monetárias devido a violações de computador têm sido estimadas em centenas de bilhões. Quando o prejuízo era a principal motivação para hackers mal-intencionados, os sistemas Windows eram seus principais alvos. O Windows era fácil para qualquer pessoa, não apenas apaixonados por computador, utilizar. E assim, os computadores desktop começaram a aparecer em quase todas as casas, escolas, e empresa ao redor do mundo; e eram utilizados por pessoas com habilidades de computação abaixo da média. Com um conjunto tão grande de usuários novatos, os hackers mal-intencionados não sentiam falta de alvos fáceis. O Windows também se tornou um alvo favorito de alguns hackers mal-intencionados devido ao seu software proprietário. Alguns ataques eram motivados pelo desejo de trazer publicidade negativa à Microsoft, que não era vista como uma apoiadora da comunidade de software livre. Estes ataques também começaram a criar mitos sobre segurança nos círculos de computação.
Um dos mitos mais populares circundantes à segurança de computadores é que o GNU/Linux é mais seguro do que o Windows. Muitos fatores devem ser considerados ao determinar o grau de segurança de um sistema. O fator mais importante é como o sistema foi configurado. É muito pouco provável que um sistema GNU/Linux configurado por um novato completo seja mais seguro do que um sistema Windows configurado por um especialista altamente qualificado. Este tutorial aborda a configuração adequada do desktop do GNU/Linux. Ao executar as etapas para configurar seu sistema de computador adequadamente, você poderá ter a certeza de que o seu sistema está seguro. Aceitar cegamente o mito de que o "Linux é mais seguro" pode levar a problemas.
Outro mito de segurança de computadores é o de que os vírus não atacam computadores GNU/Linux. Embora uma quantidade menor de vírus tenha sido criada para atacar sistemas GNU/Linux do que sistemas Windows, os vírus para GNU/Linux existem. Ameaças aos sistemas GNU/Linux também se apresentam em outras formas de malware, tais como cavalos de Tróia, rootkits e spyware. Estas ameaças são abordadas na próxima seção deste tutorial. O número de ataques contra sistemas GNU/Linux tem aumentado constantemente. Uma razão para isto é simplesmente que o número de usuários mudando para sistemas operacionais GNU/Linux está aumentando. Como estes sistemas operacionais têm adotado o conceito de interface gráfica com o usuário (GUI), o GNU/Linux tem se tornado uma substituição ao Windows mais fácil de usar e mais barata. Outra razão para o aumento nos ataques contra sistemas GNU/Linux é o fato de mais ataques terem motivação financeira. Os hackers não se importam mais com qual tipo de sistema operacional seu alvo está executando— eles simplesmente desejam os dados mais preciosos que estão armazenados no computador. Se o computador-alvo executar o Windows, eles utilizam explorações Windows. Para computadores executando GNU/Linux, eles atacam um conjunto totalmente diferente de vulnerabilidades. Conforme você progredir através deste tutorial, verá algumas etapas básicas que pode executar para ajudar a evitar acesso não-autorizado ao seu computador desktop GNU/Linux. Novas vulnerabilidades sempre estão sendo descobertas. Você precisa tornar uma prioridade manter-se informado e tomar as ações apropriadas para manter a segurança do seu
Protegendo contra Malware Malware é a abreviação de software mal-intencionado. Qualquer programa ou arquivo cujo propósito seja danificar ou interromper um sistema de computador ou rede é um malware. Esta seção do tutorial primeiro fornece a você uma visão geral de como o malware pode atacar o GNU/Linux e quais fundamentos de design no sistema operacional ajudam a evitar infecções de malware. Acompanhando a visão geral, estão as instruções sobre como implementar proteção antivírus e como proteger seu sistema contra rootkits. Para o malware espalhar-se entre sistemas e para causar danos, o programa ou arquivo precisa ser executado. O GNU/Linux foi projetado de forma que os usuários não estejam executando sob a conta root (administrador); portanto, os programas e arquivos não têm a capacidade de executarem sem permissão explícita. Sem a habilidade de executar programa neste estado de login, o malware não consegue instalar-se ou propagar-se através de um sistema GNU/Linux devido às permissões do usuário. O recurso de segurança de permissões do usuário está integrado no GNU/Linux e é uma ferramentas mais efetivas contra a propagação do malware. O malware criado para Windows não executará em um computador GNU/Linux. Da mesma forma que o Microsoft Office não pode executar diretamente a partir de um sistema GNU/Linux, os programas e arquivos mal-intencionados não executam porque os executáveis binários são criados para Windows. Se você tentar ativar um programa mal-intencionado criado para o Windows em um ambiente GNU/Linux, o programa não saberá o que fazer porque suas instruções são criadas para ler, gravar e executar de acordo com a arquitetura Windows. Isto também evita que o malware seja criado para GNU/Linux, porque as várias distribuições do sistema operacional sejam suficientes para tornar alguns tipos de malware inúteis. Embora alguns aspectos do malware sejam irrelevantes para o desktop GNU/Linux, ainda há vários motivos porque você deveria se preocupar com ele. Executar varreduras ativamente para verificar se há malware ajuda a evitar a sua propagação. Mesmo se você não executar um programa mal-intencionado no GNU/Linux, ainda pode transmitir o programa para outro computador. Por exemplo, se você estiver utilizando vários ambientes, pode ser fácil transmitir um arquivo infectado do seu sistema GNU/Linux para um sistema Windows através de e-mail, através de uma unidade USB ou através de um compartilhamento Samba. Outro exemplo é proveniente do malware para várias plataformas que é codificado para responder diferentemente, dependendo do sistema operacional do host. Se o malware detectar o Windows, ele ataca como tal. Se o Red Hat for detectado, diferentes comandos são executados. Você também precisa considerar o aumento da popularidade dos ambientes independentes de plataforma, tais como OpenOffice.org, Perl e Firefox. O malware pode ser construído para atacar vulnerabilidades específicas que são independentes de plataforma. Por exemplo, o worm MSIL.Yakizake envia um e-mail para cada pessoa no catálogo de endereços Thunderbird do host. As mensagens eram customizadas com o sufixo DNS de forma que a linguagem do correio ficava correta. Finalmente, você deve observar atentamente os pacotes de malware criados especificamente para GNU/Linux. Há muito tempo, os rootkits têm sido o calcanhar de Aquiles dos administradores do GNU/Linux. Eles fazem parte da mesma família de software que os cavalos de Tróia. Um método rootkit é um conjunto de ferramentas que possibilita que um hacker tenha acesso à conta root (de administrador) em seu computador. Estes pacotes de malware têm diferentes nomes, tais como tOrn e ARK, mas o resultado final é o mesmo: seu computador ou rede não fica mais sob seu controle.
Ao instalar o ClamAV, você pode especificar se deseja executar o programa manualmente ou executá-lo continuamente ao conectá-lo a um daemon. Para um desktop, o ideal é executar o programa como um daemon (isto ainda lhe dá a opção de executar varreduras manuais). Para instalar o ClamAV como um daemon de execução contínua, siga estas etapas:
O processo de instalação deve levar apenas alguns minutos. Quando ele é concluído, você visualiza um alerta indicando que seu banco de dados de vírus é mais antigo do que x dias e que é necessário atualizá-lo o quanto antes.
As definições de vírus são padrões de código que são exclusivos a diferentes programas de malware. Scanners antivírus comparam os conteúdos dos seus arquivos com os padrões de código em um banco de dados de definições de vírus. Se uma correspondência for localizada, o programa o alerta que há um arquivo infectado em seu computador e impede que o código em tal arquivo seja executado. Os criadores de malware continuamente estão criando e tentando propagar novos arquivos infecciosos, portanto, à parte da instalação do software antivírus, manter suas definições de vírus atualizadas é a tarefa mais importante em manter seus arquivos protegidos do malware. Se a definição para uma parte específica do malware não estiver em seu banco de dados de definições de vírus, o scanner antivírus não reconhecerá seu código mal-intencionado e possibilitará que ele seja executado e cause qualquer dano para o qual foi programado. Como você instalou o freshclam com o ClamAV, pode atualizar suas definições de vírus imediatamente a partir do terminal, seguindo estas etapas:
Agora que você atualizou suas definições de vírus, está pronto para iniciar o ClamAV.
Para executar uma varredura manual da sua pasta inicial, acesse o prompt do terminal e insira
Para iniciar a execução do ClamAV como um daemon, vá para o prompt de terminal e insira
Como este tutorial é destinado a iniciantes, esta seção explica como configurar o ClamAV utilizando uma interface gráfica com o usuário (GUI) denominada ClamTk. Para instalá-la, siga estas etapas:
É possível ativar o ClamTk a partir do desktop selecionando Aplicativos > Ferramentas do Sistema > Scanner de Vírus, mas utilizar o programa desta maneira pode exibir que você efetue login como root, o que não é desejável. Ao invés disso, utilize as seguintes etapas para abrir o ClamTk com os direitos apropriados:
A Figura 2 mostra a janela do Scanner de Vírus ClamTk. Você pode utilizar o menu e a barra de ferramentas para emitir comandos. A seção de Informações lista arquivos e seus status. Se um arquivo estiver infectado, isto será indicado aqui (os arquivos na Figura 2 estão aguardando para serem varridos). Na parte superior da janela, a seção Status indica quantos arquivos foram varridos e quantos arquivos infectados foram localizados.
Se você descobrir que um malware infectou algum arquivo, certifique-se de que o arquivo não seja um arquivo essencial para o sistema antes de excluí-lo. Isto é especialmente seguro se você estiver utilizando um computador com inicialização dupla, porque você pode varrer diretórios do Microsoft Windows utilizando o GNU/Linux e o ClamAV.
Provavelmente, o malware mais perigoso que os usuários do GNU/Linux enfrentam é o rootkit. Para lutar contra rootkits e outras possíveis explorações, esta seção mostra como instalar e utilizar o rkhunter e o chkrootkit. Estes programas varrem seu desktop para verificar arquivos suspeitos que podem ter sido instalados por um hacker para obter controle do seu computador.
Para instalar o rkhunter, siga estas etapas:
Assim que o rkhunter tiver sido instalado com êxito, você pode executá-lo para verificar várias explorações em seu desktop. Para iniciar o programa, vá para o prompt de terminal e insira: Se o rkhunter estiver executando apropriadamente, você começa a visualizar uma lista de diretórios com a palavra OK ou Aviso próxima a eles. Quando iniciado, o rkhunter executa vários tipos de varreduras. Após a conclusão de uma varredura, você começa a próxima pressionando Enter. Os diferentes tipos de varreduras são:
Após todas as varreduras serem concluídas, o rkhunter fornece um relatório e cria um arquivo de log com os resultados.
Assim como com o ClamAV, você precisa atualizar o rkhunter regularmente de forma que ele possa detectar as vulnerabilidades e explorações mais recentes:
Embora a maioria do software antivírus não execute apropriadamente junto com um programa antivírus de outra empresa, os caçadores de rootkit executarão simbioticamente com outro. Portanto, para uma proteção mais abrangente, você pode instalar o chkrootkit e executá-lo junto com o rkhunter.
Para instalar o chkroot, simplesmente acesse o prompt de terminal e insira:
Assim que o chkroot for instalado, você o executará assim como o rkhunter. No prompt do terminal, insira: Quando o chkroot concluir sua varredura, você será levado de volta ao prompt do terminal. Se o rkhunter ou o chkrootkit descobrir algo fora do normal, eles simplesmente o informam sobre o possível problema. Nenhum destes programas realmente exclui arquivos do seu computador. Se você for alertado a algo por qualquer um dos programas, pesquise a exploração ou vulnerabilidade que foi relatada e certifique-se de que o que foi localizado não é um positivo falso. Em seguida, determine as etapas necessárias para eliminar a ameaça. Algumas vezes, você só precisa atualizar o sistema operacional ou outro software. Outras vezes, pode ser necessário localizar um programa enganador e erradicá-lo do seu sistema.
Utilizando um Firewall A próxima etapa preventiva que você deve executar é utilizar o firewall integrado em seu sistema operacional. O Ubuntu, por padrão, executa iptables como o firewall em todas as distribuições. Na instalação, as configurações padrão para este firewall possibilitam todo o tráfego de entrada e saída por padrão. Para fazer um uso efetivo do firewall, você precisa criar regras para bloquear seu desktop. É possível configurar iptables através do terminal, mas esta seção do tutorial mostra como criar regras de firewall com uma GUI denominada Firestarter.
O Firestarter não está instalado no Ubuntu por padrão. Para instalar e ativar o Firestarter, siga estas etapas:
Quando você ativa o Firestarter pela primeira vez, é conduzido por um assistente de configuração. Siga estas etapas para concluir o assistente:
A Figura 6 mostra o Firestarter monitorando ativamente um computador.
Antes de iniciar a configuração das políticas do Firestarter, execute as seguintes etapas para incluí-lo em seus programas de inicialização e permitir que o Firestarter proteja seu computador a cada vez que você inicializar:
Para utilizar o Firestarter para interromper o tráfego ilícito, você precisa criar políticas. As políticas de firewall são as regras que determinam como um firewall lida com tráfego de entrada e saída. As políticas podem ser configuradas para evitar o tráfego para e de um endereço IP específico, um site específico ou até mesmo uma porta em um computador. Ao criar políticas, é importante lembrar que embora o bloqueio de determinado tráfego possa tornar sua rede/computador mais seguro, ele também pode atrapalhar a habilidade das pessoas trabalharem. Você precisa encontrar um equilíbrio entre a segurança e a funcionalidade. Certifique-se de que o Firestarter esteja aberto em seu desktop. O Firestarter bloqueia qualquer tráfego de rede de entrada que não seja uma resposta a uma conexão estabelecida por um host seguro. Se você não iniciar a conexão, o Firestarter a bloqueia por padrão. Para criar uma nova política que permita uma conexão de entrada, siga estas etapas:
Realce sua nova política; os botões Remover Regra e Editar Regra agora estão ativados. A menos que você tenha criado uma regra real que planeja utilizar, clique em Remover Regra e, então, Aplicar Política. Para criar uma nova política que bloqueia o tráfego de saída para uma rede, site ou host específico, siga estas etapas:
Assim que você tiver feito alterações de política no Firestarter, pode bloquear o firewall clicando na guia Status e selecionandoBloquear Firewall.
Fazendo Backup e Restaurando Arquivos de Desktop Outra etapa na proteção do seu desktop do GNU/Linux envolve o estabelecimento de um processo de backup e recuperação. Primeiro, siga estas etapas para instalar os programas de Backup do Usuário Inicial e Recuperação do Usuário Inicial:
Após instalar os programas, você pode seguir estas etapas para executar um backup:
Para restaurar dados que foram armazenados em backup, siga estas etapas:
Instalando Atualizações Muitos ataques contra computadores são ativados quando um hacker mal-intencionado localiza uma vulnerabilidade no software do sistema operacional ou outra parte do software que o computador está executando. Quando o software (incluindo os sistemas operacionais) é liberado, ele sempre contém diversas vulnerabilidades que os hackers mal-intencionados podem explorar. Ao longo do tempo, os desenvolvedores de software e os especialistas de segurança localizam estas vulnerabilidades e criam correções e atualizações para o software para preencher as lacunas. Como um usuário de computador, é essencial certificar-se de que o seu sistema operacional e software estejam atualizados. A maioria dos sistemas operacionais possuem um recurso integrado que informa quando as atualização estão disponíveis e muitas das distribuições do GNU/Linux incluem este tipo de funcionalidade. O Ubuntu utiliza um ícone laranja na barra de menus do desktop para alertá-lo sobre novas atualizações para todos os software mantidos nos repositórios do Ubuntu. Clicar neste ícone exibe a janela Gerenciador de Atualização (consulte a Figura 9). Na janela Gerenciador de Atualização, você pode selecionar ou desmarcar as caixas de opção para indicar quais programas deseja ou não atualizar. Então, clique em Instalar atualizações para iniciar o processo. Você é informado sobre quais alterações serão feitas e uma estimativa de quanto tempo a atualização deve levar; então, você tem a opção de cancelar a atualização ou continuar a instalar qualquer novo pacote. Se ocorrer algum erro durante a atualização, você será alertado.
Protegendo o Bootloader com Senha Quando você estiver utilizando o GNU/Linux, pode executar o boot do computador para alterar a senha do administrador sem precisar digitar uma senha. Isto é chamado de modo de usuário único. Esta seção mostra como proteger esse recurso com senha. Primeiro, proteja com senha o bootloader GRUB. Se você estiver utilizando o LILO, siga estas etapas:
Para editar o arquivo de configuração GRUB, siga estas etapas (antes de editar, você fará backup do arquivo):
Diferente do GRUB, o LILO não permite senhas criptografadas. Se você estiver utilizando o bootloader LILO, siga estas etapas:
Conclusão Este tutorial apresentou algumas ferramentas que podem ajudá-lo a proteger seu desktop do GNU/Linux. É importante observar que mesmo se você instalar todas as ferramentas disponíveis para proteger seu computador e os dados armazenados nele, você é responsável por utilizar tais ferramentas. Configure um planejamento para verificar atualizações para o ClamAV e o rkhunter. Torne a execução destes utilitários uma prática comum em uma base semanal e sempre que você instalar novo software. Configure um planejamento de backup para seus dados, e o mais importante, fique atualizado em relação às tendências em segurança de computadores. |
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| Última atualização em Dom, 06 de Março de 2011 01:00 |





